Archive for novembro, 2011


Astronautas treinando para realizar uma manutenção no Hubble em um tanque cheio de água que simula a ausência de peso. O tanque de 12 metros de altura do Centro Espacial Jonhson da NASA contém uma cópia em tamanho real do telescópio Hubble e todos os seus instrumentos. Nessas simulações os astronautas utilizam trajes pressurizados semelhantes aos que usarão no espaço. Além desse tipo de treinamento que é realizado durante várias semanas, os astronautas também têm aulas em classe e simuladores de realidade virtual.

Em uma significante descoberta na procura por vida além da Terra, cientistas da Universidade do Texas em Austin descobriram o que parece ser um corpo de água líquido com volume parecido ao dos Grandes Lagos ao norte da América abaixo de uma crosta de gelo na lua de Júpiter, Europa.

A água em Europa pode representar um habitat em potencial e muitos outros corpos de água podem existir abaixo da crosta congelada de Europa. A notícia foi publicada por Britney Schmidt no jornal Nature.

O provável lago descoberto é coberto por uma concha de gelo flutuante que, ao derreter ou quebrar, providenciaria mecanismos para transferência de nutrientes e energia entre a superfície e o vasto oceano logo abaixo, o que é essencial para que a vida se desenvolva.

Fonte.

 

O Flickr do Observatório de Raios-X Chandra  possui 112 imagens tiradas pelo satélite durante seu período de funcionamento. Cada fotografia possui uma legenda que explica o que exatamente se encontra na foto e como isso ajuda nas pesquisas.

Álbum do Observatório de Raios-X Chandra

 

O vídeo filmado na Lua comprova experimentalmente a teoria de Galileu para o movimento dos corpos em queda livre. Ao contrário do que afirmava Aristóteles, Galileu acreditava que corpos sempre caiam com mesma velocidade, ou seja, que o tempo de queda era indiferente às propriedades dos corpos como tamanho, formato e peso e que portanto uma formiga e um elefante deveriam demorar o mesmo tempo para chegar ao chão. Claro que isso é um pouco difícil de visualizar na Terra uma vez que a resistência do ar impede a precisão do experimento já que é necessário se levar em conta a aerodinâmica do corpo porém, na Lua por exemplo onde não há atmosfera, ao realizar esse experimento, um elefante e uma formiga cairão com a mesma aceleração e chegarão juntos ao chão.

Físicos trabalhando no experimento LHCb no laboratório de física de partículas do CERN descobriram a maior evidência da violação CP (charge-parity ou carga-paridade) em mésons.  Em uma palestra no Simpósio do Colisor de Hádrons em Paris, Mat Charles da Universidade de Oxford na Inglaterra apresentou uma análise dos dados das colisões que sugerem uma violação CP maior do que o esperado no decaimento de mésons. Enquanto os dados devem ser analisados para confirmar ou refutar o resultado, o trabalho poderia apontar para uma nova física, muito além do Modelo Padrão e ajudar os físicos a entender porque há mais matéria do que antimatéria no universo.

[Fonte]

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