Entradas Recentes »

O Último Teorema de Fermat, como ficou conhecido, tornou-se o santo graal da matemática. Vidas inteiras foram devotadas- e até mesmo sacrificadas- à busca de uma demonstração para um problema aparentemente simples. Várias pessoas tentaram demonstrá-lo mais não conseguiram até que surgiu, um professor de Princeton, Andrew Wiles, que sonhava em demonstrar o Último Teorema de Fermat desde que o vira pela primeira vez, ainda menino, ba biblioteca de sua cidade. Com medo da sucessão de fracassos de seus antecessores, durante sete anos publicou artigos sobre outros assuntos, de modo a despistar os colegas, enquanto trabalhava em sua obsessão. Em 1993, passados 356 anos desde o desafio de Fermat, Wiles assombrou o mundo ao anunciar a demonstração. Mas sua luta ainda não tinha terminado. Um erro o fez voltar às pesquisas por mais quatorze meses, até que em 1995 ele ganhou as páginas de jornais do mundo inteiro e 50 mil libras da Fundação Wolfskehl. ‘O Último Teorema de Fermat’ é a história da busca épica para resolver o maior problema de matemática de todos os tempos. Um drama humano de grandes sonhos, brilho intelectual e extraordinária determinação.

O Último Teorema de Fermat (Parte 1 de 4)
http://www.youtube.com/watch?v=YtepfSM0fv4
O Último Teorema de Fermat (Parte 2 de 4)
http://www.youtube.com/watch?v=6ld-igdKdXM
O Último Teorema de Fermat (Parte 3 de 4)
http://www.youtube.com/watch?v=vWByC2mYMTA
O Último Teorema de Fermat (Parte 4 de 4)
http://www.youtube.com/watch?v=a5PhZsk6bpE

Fonte.

O registro geológico da Terra mostra que nosso planeta já passou por inversões de seus polos magnéticos centenas de vezes. Elas acontecem quando grupos de átomos de ferro no centro líquido do planeta começam a inverter seu alinhamento magnético. Assim, suas linhas de campo influenciam mais átomos ferro e, aos poucos, o novo alinhamento magnético domina o resto dos átomos presentes no núcleo, constituindo assim uma reversão nos polos magnéticos da Terra. Claro, esse processo é extremamente lento. A última inversão nos campos magnéticos de nosso planeta ocorreu há 780 mil anos, durante a Idade da Pedra e existem evidências de que o planeta pode estar nos estágios iniciais de uma reversão magnética neste momento.

Inversão dos polos magnéticos da Terra não causará o fim do mundo, afirma NASA.

Fonte.

 


Essa ilustração artística criada pela NASA mostra o tamanho relativo da Terra quando comparado ao tamanho do Sol. Nossa estrela possui uma massa 332900 vezes maior que a Terra e um volume 1300000 vezes maior.

Créditos: NASA/JPL-Caltech/R. Hurt (SSC)

Foto da quinta conferência do congresso de Solvay, realizada em 1927. Foi no nesta conferência que Einstein disse sua famosa frase “Deus não joga dados” em reposta ao princípio da incerteza de Heisenberg, com o qual não concordava. Bohr, um dos físicos presentes, respondeu “Einstein, pare de dizer a Deus o que fazer.” Com isso se iniciou os chamados debates de Bohr-Einstein, uma série de debates públicos sobre mecânica quântica. Apesar de suas idéias divergentes sobre o mundo microscópico, ambos se respeitavam e se admiravam mutuamente.

Saturno, um gigante gasoso que pertence ao sistema solar externo, é o sexto planeta do sistema solar e o segundo maior planeta deste sistema. É provavelmente o planeta mais conhecido devido a seu magnífico anel planetário (anéis achatados de poeira cósmica e pequenas partículas que orbitam planetas).
Saturno é um planeta com características peculiares. Graças a sua grande velocidade de rotação (seu período de rotação é de 10h 39min e 26s) é o planeta mais achatado de todo o sistema solar. Devido a fatores como sua rotação, os ventos na atmosfera de Saturno podem atingir velocidades de 1.800 km/h. Esses ventos somados à dinâmica atmosférica do planeta propicia a formação de grandes tempestades, sendo a maior e mais famosa delas chamada de a grande mancha branca de Saturno, uma tempestade com aproximadamente 10.000km de diâmetro que continua a aumentar.


Assim como uma estrela, estima-se que Saturno é composto por 97% de hidrogênio. Esse hidrogênio revela-se na atmosfera do planeta principalmente sob a forma de hidrosulfeto de amônia e amônia congelada, que dão as cores características do planeta. Supõe-se que o núcleo de Saturno detenha 25% da massa total do planeta e que seja composto em grande parte por hidrogênio líquido metálico com temperatura estimada entre 20.000 a 30.000k.

 

Os anéis de Saturno

Os anéis de Saturno foram observados pela primeira vez em 1610 por Galileu que notou as protuberâncias criadas pelos anéis. Contudo mesmo após a descoberta dos anéis pouco estudo foi feito sobre eles fazendo com que o conhecimento sobre os anéis fosse precário e deficiente. A maior parte dos dados existentes eram resultados de previsões teóricas propostas por James C. Maxwell, que provou matematicamente que os anéis não poderiam ser um único corpo e que seriam na realidade formados por numerosas partículas. Com isso Maxwell comprovou a teoria de Pierre-Simon Laplace que havia sugerido em 1787 que os anéis de Saturno eram formados por um grande número de minúsculos corpos rígidos.

Hoje os anéis de Saturno são denominados por letras. A partir de Saturno a ordem dos anéis é: D,C,B,A,F,G e E. Entre os anéis existem as pequenos intervalos (áreas onde não há presença de material do anel). Estas fendas são nomeadas em homenagem a seus descobridores e são as seguintes: Fenda de Colobom, Fenda de Maxwell, Divisão de Cassini, Fenda de Huygens, Fenda de Encke e fenda de Keeler. Esta é uma forma para classificar e organizar os anéis e os dados obtidos a partir de sondas como a Voyager 1, Voyager 2 e a sonda Cassini-Huygens.
Os anéis de Saturno fazendo com que o campo magnético deste planeta seja extremamente complexo. Cada partícula dos anéis interage com o campo, tornando-o um objeto fora do comum e de extrema complexidade. Contudo o campo magnético do planeta possibilita a criação de fenômenos do tipo aurora boreal assim como na Terra.

 

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.